quinta-feira, 7 de novembro de 2013

MANTER DIREITOS, AMPLIAR CONQUISTAS!

FATOR PREVIDENCIÁRIO é um critério utilizado para calcular o valor 
das aposentadorias, considerando o tempo de contribuição, idade e 
expectativa de vida. 
Criado em 1999 por Fernando Henrique Cardoso, o fator reduz de 
forma injusta o valor do benefício, provocando uma perda salarial que 
pode superar os 40%. Vale lembrar, que nem os governos Lula e Dilma 
acabaram com o fator previdenciário. Por isso, o movimento sindical 
volta às ruas para acabar com esta injustiça social.
O FATOR PREJUDICA TODOS/AS OS TRABALHADORES/AS, 
especialmente quem começou a trabalhar muito jovem – o que é muito 
comum no Brasil entre as famílias de menor renda, ou seja, a maioria 
dos brasileiros/as.
Exigimos o FIM DO FATOR PREVIDENCIÁRIO, que é nocivo ao/à 
trabalhador/a, à sociedade brasileira e ao desenvolvimento do País.
ACABAR COM O FATOR É FAZER JUSTIÇA a quem teve que 
começar a trabalhar mais cedo, é pensar no futuro dos nossos jovens e 
das novas gerações.
CORREÇÃO DA TABELA DO IMPOSTO DE RENDA JÁ!
Quem ganha menos deve pagar menos; quem ganha mais deve pagar 
mais.
Pela tabela atual, defasada desde 1995 em mais de 70%, quem recebe 
mais de 2,52 salários mínimos (cerca de R$ 1.700) paga Imposto de 
Renda. Esta defasagem reduziu o limite de isenção do IRPF, fazendo 
com que trabalhadores/as com rendas mais baixas passassem a ser 
tributados.
Um exemplo: um/a trabalhador/a que recebia R$ 1.600 (nesta faixa 
estava isento de imposto) e teve um aumento salarial de 10%, passou a 
receber R$ 1.760, mas também passou a pagar o IR, na faixa de 7,5% 
(R$ 132). Ou seja, se a tabela do imposto não for revista, o aumento 
conquistado na campanha salarial pode ir todo para o IR e não para o 
bolso do trabalhador/a.
Já quem recebe mais de R$ 4.271,59 mensais é tributado em 27,5%. 
Porém, quem recebe muito mais do que isso, mesmo que supere 
dezenas de milhares de reais, também é tributado em 27,5%. Isso é 
muito injusto.
O/a trabalhador/a assalariado/a (registrado em carteira) tem o IR 
descontado direto na folha de pagamento. Já quem recebe seus 
rendimentos por meio de outras fontes consegue “fugir” do imposto, 
porque a cobrança é menos rigorosa. 
Por isso, exigimos a atualização da tabela, assim quem ganha menos 
pagará menos e quem ganha mais pagará mais.

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